quarta-feira, 19 de novembro de 2025

Mexer no mel e não lamber os dedos...

 Então o antigo assessor da actual Ministra da Saúde agora lidera o movimento de tarefeiros?
O mesmo assessor que ajudou a preparar a reforma para a Saúde?


F

O

D

A

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S

E


... ainda dizem que o problema é lá do tipo do Bangladesh? Sim pois, claro


https://expresso.pt/sociedade/2025-11-13-ex-assessor-da-ministra-da-saude-foi-indicado-para-liderar-movimento-de-tarefeiros-c80150f2

Reflexões acerca da saúde

 Baseado em factos reais.

- "Moça, tou-me sentindo mal com falta de ar."

- "Com certeza, tem algum problema de saúde ou alguma medicação que tome?"

- "Ai eu já tenho falta de ar mas é de vez em quando por isso não trago a bomba não, mas preciso de oxigênio e de um médico lá no chão."
Após preparação e administração do Oxigénio: - "Não se preocupe que vamos preparar tudo para a chegada."

Ao fim de pouco tempo a senhora já se sentia melhor.

No fim já com todos a desembarcar: - "A senhora vai ter de esperar que a ambulância ainda demora um pouco, mas mais uns minutos e já pode sair."

- "Ah deixa não vou no ônibus mesmo que tenho ligação para apanhar, agradecida!"

FACTO: Voar cura todos os males. :)

quarta-feira, 12 de novembro de 2025

Da série "Coisas parvas com IA"

 A IA... Ai a IA, anda por aí tudo virado com a IA, ora são guionistas a verem o seu emprego a terminar, ora são operadores de callcenter que já vão sendo cada vez mais substituídos pela IA, para desespero dos utentes que no fim só querem falar com um operador de carne e osso e não há meio de lá chegar e com a IA andamos aos círculos qual condutor pela primeira vez em Lisboa a experimentar a rotunda do Marquês.

Então! Ora que pedi à IA a loucura; um pequeno texto acerca do amor proibido entre filha de um taxista em Lisboa e um motorista da Über do Bangladesh. (Já imaginaram?), Pois aqui fica a obra prima de um tal de Copilot com ideia minha.


O Último Turno

O fumo do cigarro de Manuel misturava-se com a névoa salgada do Cais do Sodré. Ele tinha o seu táxi amarelo parado, o motor a aquecer, e os olhos carregados de trinta anos de Lisboa. Para ele, o mundo dividia-se em dois: os que ganhavam a vida na praça, à espera, e "os piratas da aplicação" que lhes roubavam o pão.

Manuel nunca soube que o sorriso reservado de Sofia, a sua filha, era a única coisa que Rizwan, um motorista de Uber de 28 anos vindo do Bangladesh, ansiava ver no final de cada turno. Rizwan conduzia um Dacia alugado, com a esperança de um dia ter o seu próprio negócio, e via a filha do taxista não como inimiga, mas como a personificação da cidade que o acolhia.

Os encontros eram furtivos. Longe da Praça do Comércio e das colunas de táxis, eles partilhavam pastéis de nata na Baixa ou subiam ao Miradouro de São Pedro de Alcântara, onde o vento lhes levava os segredos. Para Sofia, o sotaque suave de Rizwan e a sua calma eram um contraste à fúria constante do pai contra a modernidade. Para Rizwan, Sofia era a sua âncora na tradição portuguesa.

O seu amor era proibido, um sussurro de GPS contra o ruído do taxímetro. Era a velha Lisboa a chocar contra a nova Lisboa global. E no entanto, sob o céu alaranjado da Ribeira, quando as suas mãos se encontravam, parecia-lhes que todas as divisões do mundo podiam ser resolvidas com um simples toque.


A Arcada regressa

 ...e é assim!

Regressa a Arcada. Esse lugar mítico que, na vida real, já não é como era, mas por de trás de uma fachada agora num suave lilás e fechada a vidro, dando lugar a todo um novo espaço interior, não desapareceu a VERDADEIRA Arcada Lusitana, aquele espírito, aquelas memórias, aquele olhar , apreciar e claro porventura opinar acerca. A Arcada é isso mesmo, um estado de Alma que vai e vem que se quer soltar de vez em quando mas de quando em vez se retrai e hiberna novamente. Os estados de alma não desaparecem, nem o olhar mordaz ou o humor. Tudo por cá continua.

A Arcada escreve o que vive e o que pensa, não olha a esquerdas nem a direitas, não olha a rico ou a pobre, apenas olha. Olha sobre tudo e sobre todos. Quase como uma "Farpas" mas sem a classe da escrita nem tão pouco o talento dos seus autores.

A Arcada regressa porque faz falta, porque ME faz falta.

A Arcada Voltou!